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Textos com Etiquetas ‘Propaganda’

Coca-Cola muda foco digital e prioriza as mídias sociais

15, janeiro, 2010

A notícia circulou essa semana  e a mudança de foco e abordagem da Coca-Cola e Unilever que passam a priorizar as mídias sociais em suas campanhas web dá a dimensão da forma da comunicação 2.0

” Coca-Cola and Unilever are shifting their digital focus away from traditional campaign sites and towards community platforms, such as Facebook and YouTube, as social media begins to dictate their marketing activity in 2010.

According to newmediaage, Coke is “shifting their digital focus away from traditional campaign sites and towards community platforms, such as Facebook and YouTube, as social media begins to dictate their marketing activity in 2010.” In other words: Coke is moving away from building their own networks and communities, and is heading towards working where the people already are”.

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Wind mobile e o pulo do gato.

19, dezembro, 2009

Comercial de TV

Pronunciamento da empresa.

Como se parece uma revolução canadense? Não são, por natureza, um povo extremado (A não ser que você considere a compulsão aparente de viver em condições meteorológicas extremas :)). Não há uma história de subir em cima das barricadas.

Há rios de descontentamento que percorrem o DNA Canadense: Basta perguntar a pessoa comum como ele ou ela se sente sobre a sua empresa de celular e os verá reagir como um personagem de desenho animado que acabou de engolir algo ruim.

Assim, quando Globalive Communications Corp ganhou no ano passado o direito de se tornar o quarto fornecedor nacional de serviço sem telefônico sem fio, ele também ganhou um monte de boa vontade livre. Isso foi muito evidente quando se lançou no ano passado wirelesssoapbox.com, onde os consumidores foram encorajados a postar idéias sobre o que sentiam que estava errado com o seu serviço celular. Mas quando a empresa reuniu grupos para explorar diferentes abordagens de marketing onde trabalhariam em cima do descontentamento, descobriu-se algo inesperado.

“Essa raiva contra-máquina, o tipo de coisa que parecia bastante atraente”, reconhece Catherine Frank, a co-fundadora da Clean Sheet Communications, a agência de publicidade para Wind Mobile.
Mas quando a Sra. Frank e seus colegas tentaram uma gama de idéias durante a realização de pesquisa de mercado no inverno passado, eles descobriram algo para a revolução.

Houve um momento, diz seu colega Neil McOstrich, quando viram algo cristalizado. A empresa estava mostrando um amontoado de fotografias de grupos, imagens destinadas a afetar as pessoas emocionalmente em vez de lógica: estranho, fora de ilustrações de equilíbrio, como o cão RCA com uma arma bazuca montado em seu ombro. “Uma das imagens que escolhi foi de uma instalação de arte de um tanque que tinha sido feito inteiramente de balões coloridos,” disse Sr. McOstrich.

“O que isso significa”, se perguntou, e então percebeu: “As pessoas queriam um movimento de mudança positiva, não uma impulsionado pela raiva, mas o otimismo.”

(Ao sul da fronteira, um desejo de mudança leva à eleição do primeiro presidente negro do país. Aqui, temos uma empresa de celular nova.)

Assim, no final de setembro, a empresa lançou um trio de pontos viral que gentilmente ridicularizou as políticas restritivas das operadoras dominantes: os dois a três anos de contratos, as taxas escondidas, os custos adicionais para o roaming.

Mostrou-se um agente da autoridade de estacionamento explicando aos ciclistas que tinham que pagar-lhe 200 dólares antes que ele iria desbloquear suas bicicletas.

Outra: colocaram um homem numa cabine de pedágio temporária, onde tentou-se cobrar de transeuntes  para usarem a calçada.

Ainda há a dos cachorros quentes e das taxas:

A abordagem viral articulados com a caracterização da Wind tem de si mesma como a única empresa canadense sem fio que é realmente confortável com a mídia social. Durante meses, os seus executivos foram interagindo com clientes potenciais através do Twitter e outras plataformas online.

No seu primeiro ano completo de comercialização, Chris Robbins, diretor de clientes da empresa principal, as estimativas de 30% de seu total de US $ 30 - US $ 40 milhões mídia gastar será on-line: uma figura marcante para a indústria. (Ele também espera que as interações que se deslocam em linha com os clientes irão ajudar a manter a custos muito mais baixos do que a média da indústria.)

Indo para a frente, diz a Sra. Frank, a empresa vai se concentrar mais em seu slogan: “O poder da conversa.”

“No sentido mais amplo do termo, a conversa é uma troca significativa que torna as coisas melhor”, disse ela. “Isso é o que facilita o mundo sem fios. Há coisas que estão sendo literalmente inventadas agora, porque os cientistas em lados opostos do globo podem colaborar. ”

No novo local da empresa, que foi publicado nesta semana e será exibido em cinemas neste fim de semana antes do esperado blockbuster Avatar, é uma homenagem aos heróis “Everyday” que apoiaram a empresa nos primeiros dias. O preto-e-branco espalha no local um pequeno punhado de homens e mulheres jovens - os membros do mercado da empresa alvo - através de uma paisagem urbana, colocando-os num épico, forma heróica em cima de uma carroça, um cavalo, ou vestidos em trajes clássicos.

Na manhã de quarta-feira, quando os executivos Wind estiveram, às margens do lago Ontário, no centro de Toronto para anunciar o lançamento de seu serviço, eles revelaram uma estátua de seis metros de um homem segurando um celular. (É, afinal, apenas o serviço de telefone. Sim, em países verdadeiramente repressivos, a tecnologia digital tem ajudado a estimular revoltas. Mas este é o Canadá.)

Disse Robbins. “Queríamos fazer um monumento aos clientes, à nossa comunidade on-line”.

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Sistema operacional com propaganda? Coisa da Apple.

26, outubro, 2009

Quando era garoto a máxima era: O espaço, a fronteira final. Hoje, deparei-me com essa história da apple estar querendo patentear um sistema de anúncios diretamente vindo do sistema operacional. 8-O

Já imaginou o que pode acontecer? Será que colocar anúncios no S.O. é a fronteira final?

The operating system is configured to present one or more of the advertisements to users of the computer device. In some implementations, the operating system can disable one or more functions during the presentation of the advertisements and then enable the function(s) in response to the advertisements ending. That is, the operating system can disable some aspect of its operation to prompt the operator to pay attention to the advertisement.”

Not only are they going to put ads in front of your face, they are going to do everything in their power to make you pay attention to them.  This basically says they would go as far as crippling the device while the ad is displaying. Further, in the application they talk about measures to verify user presence, such as user confirmations throughout the ad.

saiba mais em:

http://www.ipwatchdog.com/2009/10/22/jobs-and-apple-seek-patent-on-operating-system-advertising/id=6761/

US Patent Application 20090265214

http://www.freepatentsonline.com/y2009/0265214.html


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Propagandas de Cigarro – Como a Indústria do Fumo Enganou Você

14, outubro, 2009

Agência NovaS/B traz ao Brasil a exposição Propagandas de Cigarro – Como a Indústria do Fumo Enganou Você

Durante décadas a indústria do tabaco fez uso da publicidade para defender a idéia de que ” Fumar é bom” e colocar o cigarro  como elemento essencial do ” Way of life“, escondendo seus melefícios e promovendo benefícios fictícios.

As 90 peças publicitárias  que compõe a exposição “Propagandas de Cigarro – Como a Indústria do Fumo Enganou Você” foram produzidas entre as décadas de 1920 e 1950 para a TV e veículos impressos e mostram como a indústria  utilizou-se da propaganda para enganar e esconder os reais efeitos nocivos do cigarro. Foram criadas e veiculadas com o objetivo  de neutralizar temores do público geral sobre os malefícios do hábito de fumar e aumentar a base de novos fumantes – estratégias utilizadas livremente e em larga escala naquela época dada a ausência de legislação que protegesse o cidadão contra os abusos da indústria do cigarro.

As imagens fazem parte do acervo de domínio público mantido no Smithsonian Institution (Washington)  e selecionadas pelos médicos Robert K. Jackler e Robert N. Proctor, professores da Universidade de Stanford. No Brasil elas estão sendo exibidas com exclusividade  pela agência de publicidade NovaS/B,  com organização de Silvana Tinelli, sócia-diretora da NovaS/B e curadoria da jornalista Bia Pereira.

Para Bob Costa, sócio-diretor da agência NovaS/B, a exposição abre espaço para ratificar a importância da autorregulamentação publicitária. “Se houvesse naquela época algum organismo como o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), certamente propagandas com tal conteúdo não seriam produzidas e veiculadas”. Bob Costa  diz  ainda que a vinda da exposição para o Brasil chamará atenção dos visitantes para o tema que está “na ordem do dia” no país e no mundo. “Esse é um importante papel da publicidade: sintonizar as pessoas a questões que permeiam o seu dia-a-dia”.

Em 2008, a NovaS/B foi a agência brasileira contratada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) para desenvolver uma campanha para o Dia Mundial Sem Tabaco, da mesma OMS (Organização Mundial da Saúde). A campanha, dirigida aos jovens, foi veiculada simultaneamente em 200 países e atingiu 1,4 bilhão de pessoas. As peças criadas para essa campanha também farão parte da exposição. Este trabalho da NovaS/B a qualificou para obter a autorização para expor a mostra.

Radiodelicatessen recomenda a exposição que começa amanhã, 15/10, e segue até o dia 26/10 na Livraria Cultura da Avenida Paulista.

Hoje nós sabemos que o cigarro mata e a propaganda nos lembra disso. Mas houve tempo em que a publicidade trabalhou para cultivar o vício, o hábito e associá-lo às nossas melhores práticas . É desse tempo que a exposição trata.

Serviço:

Exposição: “Propagandas de Cigarro – Como a Indústria do Fumo Enganou Você”

Realização: NovaS/B

Período: de 15 a 26 de outubro de 2009

Local: Livraria Cultura do Conjunto Nacional – Entrada pela Alameda Santos

Endereço: Av. Paulista, 2.073 – Bela Vista - (11) 3170-4033
Site oficial da exposição: http://tobacco.stanford.edu

Parabéns Nova SB. Parabéns  Bob Costa, Silvana Tinelli e Bia Pereira pela pertinência e relevândia da exposição.

convite

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Yahoo apresenta nova campanha publicitária. It´s you.

29, setembro, 2009

Conforme divulgado pelo Radiodelicatessen, Yahoo está com nova campanha publicitária. Com o sugestivo nome “it´s you” teremos um yahoo reposicionando a marca no mercado. Confira.

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Projeto de Reforma Eleitoral que autoriza o uso da internet nas campanhas eleitorais. Saiba o que está acontecendo.

9, setembro, 2009

Atualização. Para valer nas próximas eleições, a reforma precisa ser finalizada até 30 de setembro.

Senadores devem votar nesta quarta-feira a reforma eleitoral.

Emenda feita pelo O senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que também é relator do projeto em conjunto com o senador Marco Maciel (DEM-PE), será no artigo 57.

Azeredo explicou que sua emenda adequará o artigo 57 “no sentido que fique claro que a internet é livre para opiniões políticas”e classificou como “problema de interpretação” no texto a equiparação entre internet estações de rádio e TV no que diz respeito às restrições.

A única restrição a ser feita na cobertura jornalística online será em debates em vídeo transmitidos pela web que emulem o modelo adotado pela TV, que obedecerão as mesmas regras dos debates promovidos por canais de televisão.

PLC - PROJETO DE LEI DA CÂMARA, Nº 141 de 2009
Autor: DEPUTADO - Henrique Eduardo Alves
Ementa: Altera as Leis nºs 9.096, de 19 de setembro de 1995 -Lei dos Partidos Políticos, 9.504, de 30 de setembro de 1997, que estabelece normas para as eleições, e 4.737, de 15 de julho de 1965 - Código Eleitoral. (VOLUME II)
Data de apresentação: 14/07/2009
Situação atual:
Local:
08/09/2009 - SUBSEC. COORDENAÇÃO LEGISLATIVA DO SENADO

Situação:
02/09/2009 - APROVADO PARECER NA COMISSÃO
Outros números:
Origem no Legislativo:
CD PL. 05498 / 2009

Projeto de Lei Propaganda Eleitoral Internet 5498/09 Versao 29072009

O que está acontecendo na câmara dos deputados:

MESA Aguardando Autógrafos na Mesa
Autor: Henrique Eduardo Alves - PMDB/RN e outros.
Data de apresentação: 30/6/2009
Ementa: Altera a Lei nº 9.096, de 19 de setembro de 1995 (Lei dos Partidos Políticos) e a Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997, que “estabelece normas para as eleições”. Explicação: Projeto de Reforma Eleitoral que autoriza o uso da internet nas campanhas eleitorais e o recebimento de doação de recursos por este meio (web); define critérios para propaganda eleitoral antecipada e o horário eleitoral gratuito, proibindo o uso de trucagem ou montagem; institui o voto impresso para conferência com os da urna eletrônica.
Despacho: À Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (Mérito e Art. 54, RICD) Proposição Sujeita à Apreciação do Plenário Regime de Tramitação: Prioridade

Conforme comunidado no site da OAB:
OAB pode propor Adin contra proibição de crítica a candidatos pela internet.

Brasília, 03/09/2009 - A vedação do direito de crítica a candidatos, na internet, conforme previsto no projeto de lei da reforma eleitoral, é uma forma de censura e fere a liberdade de expressão, sendo flagrantemente inconstitucional. A afirmação é do presidente da Comissão Nacional de Legislação do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o conselheiro federal da entidade (PI) Marcus Vinicius Furtado Coêlho.Diante disso, se for mantido no texto esse dispositivo, ele informa que vai propor ao plenário do Conselho Federal da OAB o ajuizamento de ação direta de inconstitucionalidade (Adin) questionando essa proibição. “A liberdade de opinião foi construída a duras penas em nosso país. Nada justifica o seu cerceamento, a introdução da censura prévia”, afirmou.

O projeto de lei da reforma eleitoral prevê a inclusão do art. 57-D à lei 9.504-97, proibindo a divulgação de opinião favorável ou desfavorável a candidatos, cerceando o direito de crítica negativa ou positiva. Para Marcus Vinicius, que é também coordenador da Coordenação de Direito Eleitoral do Conselho Federal da OAB e autor de livro na área eleitoral, tal proibição é “incompatível com o estado Democrático de Direito em que vivemos”. Para ele, “a regra deve ser a liberdade, sendo eventuais excessos punidos por abuso de poder., ou seja, existindo uma campanha de perseguição ou proselitismo eleitoral, tais condutas podem ser coibidas e punidas em cada caso concreto, pois não é admissível essa censura prévia à liberdade de crítica.”

Para o representante da OAB, basta que haja a regra que veda às empresas dar tratamento privilegiado a candidato, partido ou coligação, não sendo necessário que se proíba o direito de crítica. “Essa medida sufoca a liberdade crítica das atividades de comunicação realizadas por meio da internet, afrontando a um só tempo o disposto no art. 5º, I (liberdade de manifestação do pensamento) e II (liberdade dos meios de comunicação), e no art. 221 da Constituição de 1988″, argumenta.

Marcus Vinicius argumenta que tal inconstitucionalidade já se anuncia no voto que o ministro Carlos Ayres Britto, do STF, proferiu ao julgar inconstitucional a lei de imprensa, em abril desse ano. No voto, o ministro afirma que “silenciando a Constituição quanto ao regime jurídico da internet, não há como se lhe recusar a qualificação de território virtual livremente veiculador de idéias, debate, notícia e tudo o mais que se contenha no conceito essencial da plenitude de informação jornalística no nosso país”.

Aprendendo sobre ADIN.
A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI ou ADIN) é um instrumento utilizado no chamado controle direto da constitucionalidade das leis e atos normativos, exercido perante o Supremo Tribunal Federal brasileiro. A ação direta de inconstitucionalidade é regulamentada pela Lei 9.868/99.[1]

Ela tem fundamento na alínea “a” do inciso I do artigo 102 da Constituição Federal e pode ser ajuizada, em nível federal, perante o STF, contra leis ou atos normativos federais ou estaduais que contrariem a Constituição Federal. É conhecida doutrinariamente como ADIN Genérica.

O poder de ajuizar essa ação, chamado de legitimação, é dado pelos incisos I a IX do artigo 103 da Constituição Federal, constituindo-se em uma legitimação restrita àqueles enumerados nos dispositivos retromencionados. São eles: o presidente da República; o Procurador Geral da República; os Governadores dos Estados e o Governador do Distrito Federal; as mesas (órgãos administrativos) da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, da Câmara Legislativa do Distrito Federal; a Mesa de Assembléia Legislativa; Partidos Políticos com representação no Congresso Nacional; Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); Entidades de Classe de Âmbito Nacional e Confederações Sindicais.

Diferentemente das decisões proferidas em outros processos judiciais, nos quais a o efeito da decisão proferida dirige-se, em regra, apenas às partes que dele participaram, a decisão proferida em ação direta de inconstitucionalidade alcança quem não participou do processo onde ela foi proferida. A isso a doutrina denomina de efeito erga omnes.

Outros efeitos decorrentes de decisões proferidas em ADIN são os chamados efeitos retroativo, ou ex tunc; e irretroativo, prospectivo, ou ex nunc.

Ocorre, ainda, o chamado efeito vinculante, através do qual ficam submetidas à decisão proferida em ADI, os demais órgãos do Poder Judiciário e as Administrações Públicas Federal, Estadual, Distrital e Municipal (§ único, art. 28, Lei 9.868/99).

Conhecendo alguns pontos do projeto de lei:

Art. 57-A. É permitida a propaganda eleitoral na internet, nos termos desta Lei, após o dia 5 de julho do ano da eleição.”

“Art. 57-B. A propaganda eleitoral na internet poderá ser realizada nas seguintes formas:

I - em sítio do candidato, com endereço eletrônico comunicado à Justiça Eleitoral e hospedado, direta ou indiretamente, em provedor de serviço de internet estabelecido no País;

II -em sítio do partido ou da coligação, Justiça Eleitoral e hospedado, direta ou indiretamente, em provedor de serviço de internet estabelecido no País;

III – por meio de mensagem eletrônica para endereços cadastrados gratuitamente pelo candidato, partido ou coligação;

IV - por meio de blogs, redes sociais, sítios de mensagens instantâneas e assemelhados, cujo conteúdo seja gerado ou editado por candidatos, partidos ou coligações ou de iniciativa de qualquer pessoa natural.”

“Art. 57-C. Na internet, é vedada a veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga.

§ 1º É vedada, ainda que gratuitamente, a veiculação de propaganda eleitoral na internet, em sítios:

I – de pessoas jurídicas, com ou sem fins lucrativos;

II – oficiais ou hospedados por órgãos ou entidades da administração pública direta ou indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

§ 2º A violação do disposto neste artigo sujeita o responsável pela divulgação da propaganda e, quando comprovado seu prévio conhecimento, o beneficiário à multa no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ 30.000,00 (trinta mil reais).”

“Art. 57-D. Os conteúdos próprios das empresas de comunicação social e dos provedores de internet devem observar o disposto no art. 45.

§ 1º É facultada às empresas de comunicação social e aos provedores a veiculação na internet de debates sobre art. 46.

§ 2º A violação do disposto neste artigo sujeitará o responsável pela divulgação da propaganda e, quando comprovado seu prévio conhecimento, o beneficiário à multa no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ 30.000,00 (trinta mil reais).

Art. 57-G. As mensagens eletrônicas enviadas por candidato, partido ou coligação, por qualquer meio, deverão dispor de mecanismo que permita seu descadastramento pelo destinatário, obrigado o remetente a providenciá-lo no prazo de quarenta e oito horas. Parágrafo único. Mensagens eletrônicas enviadas após o término do prazo previsto no caput sujeitam os responsáveis ao pagamento de multa no valor de R$ 100,00 (cem reais), por mensagem.”

“Art. 57-H. Sem prejuízo das demais sanções legais cabíveis, será punido, com multa de R$5.000,00 (cinco mil reais) a R$ 30.000,00 (trinta mil reais), quem realizar propaganda eleitoral na internet, atribuindo indevidamente sua autoria a terceiro, inclusive a candidato, partido ou coligação.”

Art. 57-I. A requerimento de candidato, partido ou coligação, observado o rito previsto no art. 96, a Justiça Eleitoral poderá determinar a suspensão, por vinte e quatro horas, do acesso a todo conteúdo informativo dos sítios da internet que deixarem de cumprir as disposições desta Lei.

§ 1º A cada reiteração de conduta, será duplicado o período de suspensão.

§ 2º No período de suspensão a que se refere este artigo, a empresa informará, a todos os usuários que tentarem acessar seus serviços, que se encontra temporariamente inoperante por desobediência à legislação eleitoral.

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Entertainment Weekly magazine com tecnologia de ponta.

23, agosto, 2009

Se você mora em algumas áreas de los angeles ou nova iorque e assina a revista,  a edição do dia 18 de setembro de 2009,virá com uma surpresa agradável: os leitores serão brindados com um videoplayer superfino com alguns videos e anúncios.

Será que essa iniciativa será lembrada como o início do fim das revistas e jornais de papel? Ou será mais uma moda, quando as pessoas ganhavam fitas de video ou mesmo dvds?

The video player includes spots for returning comedies “How I Met Your Mother,” “Two and a Half Men” and “The Big Bang Theory”; a preview of new Monday comedy “Accidentally on Purpose”; a Pepsi Max spot; and previews of new dramas “NCIS: Los Angeles,” “The Good Wife” and “Three Rivers.”

The campaign was created by OMD’s Ignition Factory. The chip holds 40 minutes of video; designed by Los Angeles-based technology company Americhip, it’s powered by a rechargeable lithium battery and is designed to withstand the rigors of mail delivery.

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Twitter e geolocalização

22, agosto, 2009
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Novidade que desperta curiosidade é uma nova característica que será adicionada ao Twitter em breve. Localização através de coordenadas latitudinais e longitudinais.

As aplicações no campo publicitário devem permitir ao Twitter ganhar dinheiro e gerar novas tecnologias.

We’re gearing up to launch a new feature which makes Twitter truly location-aware. A new API will allow developers to add latitude and longitude to any tweet. Folks will need to activate this new feature by choice because it will be off by default and the exact location data won’t be stored for an extended period of time. However, if people do opt-in to sharing location on a tweet-by-tweet basis, compelling context will be added to each burst of information.

For example, with accurate, tweet-level location data you could switch from reading the tweets of accounts you follow to reading tweets from anyone in your neighborhood or city—whether you follow them or not. It’s easy to imagine how this might be interesting at an event like a concert or even something more dramatic like an earthquake. There will likely be many use cases we haven’t even thought of yet which is part of what makes this so exciting.

visto no http://blog.twitter.com/

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Anúncios na net mal inseridos.

12, agosto, 2009

O site buzzfeed publicou uma matéria sobre 23 Badly Placed Internet Ads.

A lista é ótima.

Alguém já viu algo parecido no Brasil?

Culpa do programa que faz a inserção ou falta bom-sens0.

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O facebook pode usar a sua foto para fazer propaganda. update

18, julho, 2009

Uma abordagem diferente que o facebook adotou é a possibilidade de usar a sua foto para fazer propaganda para as pessoas próximas a você.

Veja o que a empresa diz:

Facebook occasionally pairs advertisements with relevant social actions from a user’s friends to create Facebook Ads. Facebook Ads make advertisements more interesting and more tailored to you and your friends. These respect all privacy rules.

O que você pode fazer para previnir isso é entrar no facebook e fazer o seguinte:

Settings
Privacy
News Feed and Wall
Click on “Facebook Ads”
In the “Appearance in Facebook Ads” box, click “no one”

Bom..se você quiser ser famoso, não faça nada…:)

Update:

Acompanhando na NET encontrei a seguinte referência que diz que na verdade é uma aplicação de um terceiro (parceiro do facebook) que pode estar fazendo esse tipo de iniciativa.

Hold the phone, says Facebook. That was an embedded ad in a third-party application. As AllAboutFacebook rightly points out, I got that part wrong:

The information used for the photos were scraped while accessing Facebook applications by a third-party ad network that most likely violated Facebook’s terms of service. It’s a serious problem and one that I’ve highlighted many times.

Facebook’s David Swain has informed me that the uproar has led Facebook to disable two ad networks. He also took the time to offer some clarification:

These ads are not from Facebook but we are concerned about any potential threat to our users’ experience. We recently had deceptive ads removed from a number of apps and prohibited two entire advertising networks from providing services to applications on Facebook Platform because they were not compliant with our policies and failed to correct their advertising practices.

We are continuing to investigate to make sure ads that violate our policies stay off Facebook and may take further action against developers who host the ads.[...]Any ads you currently see doing this are coming from third-party ad networks and are only running within the canvas page of an application, which is controlled by third party developers rather than Facebook.

Ok, so Facebook isn’t directly responsible. However, it’s still their platform that allows the third party app developers to access your photos.

While it might lessen the sting, I still find it a little offputting that a developer would be allowed to access content I upload in this way. It’s clearly a situation that Facebook needs to sort out once and for all, or it’s just going to cause more controversy later.

Escrito por Lee Mathews em downloadsquad.com

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