The Pirate Bay anuncia ferramenta que garante a privacidade dos downloads ( downloaders)
A folha Informática Online deu hoje a seguinte notícia: ” O site sueco The Pirate Bay, um dos mais populares para troca de arquivos na internet, anunciou na terça-feira (24) o lançamento de uma rede privada virtual, que consiste em um serviço para esconder os dados pessoais de internautas, a fim de que possam fazer downloads na internet sem identificação para as autoridades e associações que cuidam dos direitos autorais”
A ferramenta do Pirate Bay, denominada IPREDator (alusão às Diretrizes de Reforço nos Direitos à Propriedade Intelectual na Suécia, cuja sigla é Ipred, em inglês), será lançada no dia 1º de abril e a versão beta (para testes) já pode ser encontrada gratuitamente no site Ipredator.
Em 2/3 passado, o Radiodelicatessen noticiou que o promotor do caso dos estúdios contra o The Pirate Bay pedia a prisão, por um ano, de Fredrik, Gottfrid, Peter e Carl , fundadores do site , por por terem desrespeitado as leis suecas e internacionais de proteção ao direito autoral quando viabilizaram a distribuição ilegal músicas e filmes para usuários via web. Além da prisão, punição que consideram exemplar, os estúdios e gravadoras querem receber US 12,7 milhões. ”
Quando habilitada, a ferramenta permitirá aos usuários que façam downloads sem se preocupar sobre a identificação dos respectivos dados, ou com os direitos intelectuais do conteúdo baixado na rede. Segundo o CNet, os usuários terão que pagar aproximadamente US$ 6 (R$ 13) pelo serviço.
Acho que o promotor do caso ficará ainda mais danado com os rapazes do Pirate Bay. Eles, no entanto, são coerentes e tem feito seu statement constantemente: não concordam com as regras vigentes do Direito autoral e propõe outras alternativas.
Eu apoio novas alteranativas de negócio, desde que rigorosamente dentro da lei. Essa sim, a lei, é que precisa urgentemente ser revista e mudada. A lei precisa se adaptar à evolução, á vontade e à prática do mercado. Só assim gravadoras, estúdios, produtores e os detentores de direitos deixarão de se lamuriar com as quedas constantes de arrecadação e com a dimuinção de sua participação nos mercado . Só assim deixarão de usar a força judicial e a força policial contra os consumidores de cultura.
Não sou a favor da pirataria. Quero sim que uma nova ordem se estabeleça e que ela deixe de ser marginal, passe a ser legal.
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